terça-feira, 9 de junho de 2009
VIAJANDO MUITO - DIA 03
segunda-feira, 8 de junho de 2009
NEW YORK - DIA 02
Hoje não aconteceu nada. Só trabalhei. O povo daqui que trabalha comigo já era agitado em 2008, agora então, que estamos a uma semana de começar a operar, está uma loucurada geral! Ontem á noite quando estava voltando para casa vi uma figura vindo em minha direção. No meio da rua meio abandonada em que eu estava me pareceu que era o Batman, e achei estranho (óbvio), mas como estava escuro, só pude ver que era mesmo o Batman poucos metros antes dele cruzar por mim. Um enorme de um negro (uns 2 metros de altura) fantasiado de Batman, numa fantasia muito bem feita, muito parecida com a do filme. Tentei ligar a camera para fotografar (essa porcaria de Nikon), mas ele já tinha desaparecido do outro lado da rua quando o sinal abriu. Cheguei no hotel rindo sozinho...só mesmo aqui para isso acontecer. Gotham City é aqui!


HOPE (esperança)
Mensagens de esperança e de que tudo vai se resolver aparecem em todo lugar. A eleição de Barack Obama contribuiu para isso. Ontem descobri que teve um megashow em NY no dia da posse que se chamou, "Goodbye Mr Bush", uma peça de teatro, uma comédia de despedida com um cara imitando o Bush durante um monólogo de uma hora (ou algo assim). A eleição de Obama trouxe uma nova vitalidade para o país, todo mundo comenta isso. Pensando assim, em um momento de crise extrema e um nome em torno da esperança de todos por um futuro melhor, lembrei da eleição do Presidente Lula, se aqui for como no Brasil, tudo vai mesmo melhorar.
NEW YORK - DIA 01
Como sempre, caminhei mais do que devia, mas antes, como o check in do hotel era só as 3 PM e cheguei as 9 am, sentei no café Starbucks da esquina da 51 com a Broadway, nos mesmos lugares onde eu sentava para ver o mundo passar em 2008, e percebi que a Broadway, uma das avenidas mais famosas do mundo ao lado das Ramblas e da Champs-Elysees, estava mudada. Antes tinha seis pistas, e agora só tem três. Um canteiro central, ou parte dele, criou vagas de estacionamento, e as outras duas pistas ficaram para emergência e a outra para uma ciclovia. Ou seja, a Broadway agora entre o Central Park e a Times Square (justamente a parte mais famosa) está modificada. quinta-feira, 4 de junho de 2009
Mazinho

No Mazinho mensalmente colecionei algumas das pérolas que divertem uma mesa de bar por - ao menos - uns quinze minutos garantidos. Mais do que um salão de barbeiro, aquelas duas cadeiras são um portal para um mundo surreal, mitológico, onde as lendas urbanas povoam as conversas entre cabelos cortados e revistas de mulher nua. Nesse universo particular do salão o que importa não é a realidade, mas o que a realidade parece ser. O que é verdade para cada um, isso é o que importa, acho que foi um filósofo quem disse isso...ou será que foi a Madonna? Neste ambiente com revistas de carros e mulheres nuas aperfeiçoadas pelo Photoshop, trajados com um babador branco como se fossemos juízes da suprema corte de um mundo sem censura, cada um dá sua opinião, e todas são levadas a sério. Não é a notícia, ou a verdade, mas o que a notícia poderia ter sido, ou a interpretação particular de cada um sobre ela. Não é a lenda, mas a lenda recontada e aumentada. Foi nas cadeiras do Mazinho, sendo atendido pelo Jorge (que foi demitido porque sua popularidade aumentava a cada dia, mesmo que o Mazinho se refira a ele como "aquele rapaz" depois de trabalharem juntos por seis anos) que vimos no telejornal a notícia de que na ditadura do Haiti 70mil mulheres haviam sido violentadas. E ali mesmo o Mazinho fez o sábio comentário de que "reclamavam tanto do Saddam Hussein, mas agora que ele saiu, era pior sem ele". Ali também ouvi a história do menino que respirou um mosquito, mas que o mosquito não morreu e picou todo o pulmão dele. O menino entrou em coma, e o Mazinho jura que cortava o cabelo dele no hospital todo mês. Jorge viu chover peixe no sítio do pai dele, e um senhor de uns 80 anos jurava que tinha 124, e contava bem sério como foi a virada do século dezenove para o vinte. O jorge colheu uma abóbora de 30 quilos no sítio, e o Mazinho já tinha visto uma onça "toda listada" numa pescaria. Ali reclamamos do Maluf, do Roriz, criticamos a oposição, mesmo que ninguém soubesse direito quem era a oposição. Escolhemos candidatos e demos vereditos sobre quem era culpado de quê. Um dia vou voltar para Brasília e cortar o cabelo com o Mazinho outra vez, mas vai ter que ser logo, porque meu cabelo tá indo embora.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Rir é o melhor remédio
Depois de rir sem querer do Caetano Veloso caindo do palco, fiquei pensativo sobre os motivos pelos quais eu ri. No livro "A maravilhosa obra do acaso" - uma coletânea de cientistas geniais falando sobre coisa alguma - organizado por Win Kayser (ou será no "Auto-engano" do Eduardo Gianetti?) descobri que rir é uma espécie de erro evolutivo, uma coisa que fazemos sem uma explicação lógica, mas com muitos reflexos eletroquímicos no cérebro. Quando uma pessoa cai, por exemplo, existe o que os psico-bio-socio-sei-lá-o-que chamam de incongruência. O cérebro acha engraçado que a pessoa esteja saindo da posição normal e se estatelando no chão. Não entende o motivo e como não consegue processar entra em crise e ri...meio estúpido, não parece? Isto tudo tem que se encaixar em um contexto, ou seja, se você vê uma pessoa perder o equilíbrio e cair do décimo andar, não vai achar graça porque seu cérebro imediatamente vai entender que a pessoa vai morrer. Isso os psiquiatras chamam de jogo da situação o que explica em parte porque rimos de umas coisas e de outras não.Quinze músculos faciais se contraem e o estímulo do músculo zigomático maior (principal mecanismo que levanta o lábio superior) acontece. Enquanto isso, o sistema respiratório é interrompido pela epiglote que semi-fecha a laringe, de modo que a entrada de ar ocorre de forma irregular, fazendo você ofegar. Em circunstâncias extremas, os dutos lacrimais são ativados, então, enquanto a boca está abrindo e fechando e a luta pela entrada do oxigênio continua, o rosto fica úmido e geralmente vermelho (ou roxo).
Depois que li, tive a sensação que podia morrer de rir, literalmente, a qualquer instante numa das muitas rodadas de chope dos finais de semana em Brasília, e finalmente entendi porque a gente faz *ai, ai* depois que ri: é uma espécie de "graças a Deus, dessa risada eu escapei". Mas se você pensa que acabou...tsc tsc, ainda tem mais. Estudos indicam que todo o cérebro se envolve nas risadas, eletroencefalogramas mostram que a corrente elétrica passa por praticamente todo o cérebro para rir de uma piada, o que me leva a concluir que pessoas com cérebro pequeno devem rir mais rápido. Certo e aceito por todos é que esse defeito cerebral foi responsável por conseguimos estabelecer conexões com outros seres humanos sociais por natureza, manifestando nossa alegria de estar com eles. Isto pode ter sido decisivo na evolução da espécie, quando estávamos construindo nossas alianças e tentando pegar as fêmeas dos outros, rindo peludos (e pelados) por trás de uma moita pré-histórica. Foi assim que nos tornamos grupos e escolhemos líderes, e até hoje quando o chefe ri, todo mundo ri junto, uma espécie de convulsão coletiva, herança de nossos tempos de "quem não rir toma paulada na cabeça", quando ainda andávamos meio encurvados. Para terminar, já está comprovado que rir traz equilíbrio aos componentes do sistema imunológico, em teoria, quanto mais você ri, menos doente você fica, daí eu não entender porque eu estou sempre resfriado se eu dou tanta risada.
PS. A foto é de uma propaganda de seguro
domingo, 17 de maio de 2009
E Caetano caiu
Caetano caiu!
Foi trágido e engraçado ao mesmo tempo (sorry) porque quando ele bateu no chão deu prá ouvir o KABONG TOÍN! da guitarra, e juro que me lembrei do El Kabong, personagem alterego do Pepe Legal que dava com o violão na cabeça das pessoas e fazia o mesmo som. Foi um susto geral, os músicos desceram correndo e os roadies também. Todo mundo consternado e aquele Óh! geral, uma preocupação coletiva de alguns instantes. Mas Caetano levantou, fez questão de reger o coral da platéia por mais uns dez segundos e saiu escoltado por um monte de gente da produção. O blog da Globo na mesma noite já contava o caso e dizia que ele estava bem, com dores em algumas partes do corpo, mas bem. Depois do susto, a gente tentava não achar engraçado, você sabe como é, quando alguém cai a gente sempre acha graça. Minha vó tinha os pés pequenos para seu peso e altura e vivia caindo, e minha mãe e minhas tias rindo dela e ela xingando deitada no chão. Espero que Caetano esteja bem, foi um susto de verdade que a gente levou, espero também que nossas risadas involuntárias não sejam mal interpretadas. Ficamos muito preocupados, afinal, ele caiu de braços abertos que nem o Cristo Redendor, sem chance de se defender do chão. Tomara que não levem ele para nehuma Emergência daqui, vai levar quatro horas para ser atendido e ainda corre o risco de pegar uma infecção hospitalar. O Hospital de Base é aqui.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Os pijamas de Juscelino
Minha amiga Lu, uma gauchinha morena muito gente boa (acalmem-se, ela é casada com meu amigão Rafael) nos lembrou outro dia de um detalhe importante. Para perceber o detalhe entenda que quem mora em Brasília costuma receber muitas visitas de parentes e amigos que vêm de outros lugares para conhecer a Capital Federal. O menu básico de passeios inclui uma entradinha na Catedral e, dependendo da idade, uma olhadinha nas flores artificiais que um camelô vende ali ao lado. Na sequência, uma caminhada na Esplandada dos Ministérios, arrematada pela famosa consideração (depois de caminhar dois quilômetros no sol da seca e torrar as orelhas), "nossa, pensei que era mais perto". A Praça dos Três Poderes, ainda acompanhada pela "mas como é grande! Na TV parece tão pequenininho". Uma esticada até o Palácio da Alvorada, uma foto clássica com o Dragão da Independência cuja paciência deve fazer parte do DNA, algumas piadinhas, uma moeda para as Carpas da República e...voilá! O Memorial JK lá do outro lado do eixo (esqueci dos comentários desabonadores sobre o Museu da República na passagem pelo Eixo, afinal, ir em Brasília sem entender de arquitetura e não criticar o Niemeyer é como não ter ido...).
No Memorial JK está sepultado o corpo do Presidente Juscelino. Ali estão também muitas peças de sua vida: livros, mobília, documentos, fotos, roupas de festa...e o pijama. O pijama de Juscelino era super alinhado, casaco com botões, a parte de cima e de baixo combinando, sem furos ou bolinhas, de seda e bem passado.
É agora que a Lu volta para esta história. Imagine você, que - de repente - você fique famoso. E pior, alguém resolva fazer um memorial em sua homenagem, esse alguém vai querer expor seu pijama. Essa é a atual preocupação dela, a situação dos pijamas. Pense! O meu ia ser uma tragédia. Uma calça de abrigo cinza e velha e com um furo (na verdade é um descosturado, o que soma pontos na escala de relaxamento com suas roupas). No verão ainda estou bem, uma calça leve e xadrex com elástico, mas tenho um listrado de verde escuro e claro que ia ser lamentável para minha imagem pessoal, estreito nos tornozelos, deve ser dos anos 80. Acho que vou doar ele amanhã. Tem gente que dorme só de cuecas, o que poderia ser pior, um furo na calça de abrigo pode ser melhor do que uma cueca "freada" exposta e iluminada com 500 watts de potência ao lado de sua Cruz de Malta ou seu diploma de benemérito da Cruz Vermelha. Resta ainda aquelas camisetas de brinde de final de ano de empresa, com desenhos estúpidos e desbotados, o tipo de camiseta que você tem que chavear no armário durante o dia, senão ela se arrasta sozinha para a cama e que praticamente faz parte de você, com aquela roda amarela perpétua embaixo do braço como uma alga fosforescente no escuro do quarto. Para as mulheres não deve ser melhor. Camisolas com renda soltando, alcinhas amarradas com nó cego, pijaminha cheio de bolinhas, sem falar naqueles conjuntinhos obscenos do tipo "quero neto" que as sogras dão de presente e que iam fazer o seu memorial ser proibido para menores de 18 anos. Hoje quando você for dormir, pense nisso, e amanhã corra até a Renner e compre um pijama decente. Nunca se sabe quem vai visitar seu memorial amanhã.
As informações desse post são fictícias, mas qualquer semelhança com a realidade é mera realidade. Libere seus traumas e conte nos comentários sobre seu pijama preferido.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Six degrees ou seis graus de separação
Quando eu e meu irmão abrimos uma locadora, mais ele do que eu, em pouco tempo tínhamos mais de 2000 clientes. A locadora se chamava Yellow Video e pegou o final do boom de videolocadoras dos anos 80. No final, chegou a ter mais de 5000 clientes, mas eu já morava em Manaus nessa época e não tive participação ativa. O que mais nos chamou atenção nesse período foram duas coisas: primeiro, as pessoas costumam mudar de endereço. Segundo, as pessoas morrem. Se você parar para pensar - e tomar umas cervejas - vai entender melhor o que eu digo. Morrer é uma coisa que teoricamente é natural, mas considerando que a psicologia afirma que levamos cerca de 30 anos para ter consciência disso, é um grande assunto. Se você considerar quantas pessoas conhece em toda sua vida, provavelmente não vai passar de 400, experimente. Coloque na sua lista todas aquelas das quais você se lembra do nome, pelo menos, porque se você nem do nome lembrar, vamos combinar que essa pessoa foi um rio que passou na sua vida. Agora, continuando nesse exercício, imagine que de uma hora para outra você passou a conhecer mais de duas mil pessoas. A probabilidade de que aconteça alguma coisa com elas quintuplicou, daí, aumentando nossa amostra, percebemos que as pessoas morrem ou se mudam (ou se mudam e morrem). Para tudo isso existe uma teoria.terça-feira, 28 de abril de 2009
SOBRE A DUCHA HIGIÊNICA
A menina que mora no apartamento 301 saiu de casa na quinta e foi visitar a família numa das centenas de cidadezinhas do interior de Minas, voltou segunda direto no trabalho e depois foi para casa somente à noite. Ela tem medo de baratas.
Quando eu cheguei na portaria o Vaninho, zelador, me atacou:
- Marcelo, deu um vazamento no apartamento 301 e pode ter um problema no seu.
Em linguagem de desastres, PODE significa HOUVE, e UM significa vários. Junte isto com a palavra vazamento e na sua cabeça tudo vai se transformar em uma pequena tragédia urbana. Depois que a moça do 301 saiu na quinta para visitar a família, a mangueira da ducha higiênica do banheiro dela estourou e a água fez jogging até segunda, correndo feliz pelo apartamento afora. Meu apartamento, afastado 100 unidades do dela, mas somente 8 centímetros de laje abaixo, carinhosamente recebeu toda a água excedente que o piso e os móveis do apartamento de cima não conseguiram segurar, praticamente uma ONU acolhendo toda aquela água refugiada.
O piso minou, a água escorreu pelas paredes, infiltrou por debaixo da tinta acrílica, fez bolhas, estourou o reboco. Continuou nessa festança e correu por dentro dos armários, deixando toda minha roupa molhada e suja com um pó branco, daqueles de massa corrida lixada. Sempre disse para os meus alunos na arquitetura que não se arriscassem com a água. Uma fêmea voluntariosa que se mete por onde quer, e sai por onde bem entende, não respeita limites e insiste até conseguir o que quer, que como a física nos ensina, é chegar ao centro da terra, impulsionada pela tal Lei da Gravidade.
O resultado foi este: colchão encharcado, lençóis, toda a roupa, documentos, TV, CD, sapatos. água dentro da geladeira e fogão, cortinas, sofá, travesseiros. Tudo o que podia ser molhado, foi. Salvei três cuecas e três pares de meia que estava trazendo de Brasília, e uma camisa social que estava dentro de um saco plástico vindo da lavanderia. Apartamento destruído, com reboco escorrendo como um bolo de glacê, piso detonado. No final acabei aqui, neste hotel executivo, escrevendo um post de cueca e camiseta, (não pense em nada sexy, pode apostar, meus pijamas estão molhados), meu apartamento sendo reformado por um pintor que está raspando as paredes, para depois passar massa corrida e pintar, entrar o cara que coloca o piso e trocar o laminado de madeira empenado. Depois vem a cama nova e as duas televisões, tudo pago pela menina do 301 que tem medo de baratas, e tampa os ralos com panos antes de viajar.
Não basta morar longe da pessoa que a gente ama, numa cidade desconhecida, longe dos amigos, sem carro e com um trabalho novo; tem que ter aventura. O dilúvio é aqui!
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Brasília, 49 anos



.jpg)
Marco Pólo, por Ítalo Calvino in As cidades invisíveis, 1972
Brasília, 1956 - Eixo Monumental
Brasília, 2009 - Eixo Monumental
Nascida de um esforço coletivo e improvável, num país repleto de diferenças regionais entre o litoral e o agreste, corroboradas por uma realidade social díspar, a cidade suplantou as expectativas mais negativas e aconteceu. Brasília consolida-se como o maior esforço de projeto da história da arquitetura contemporânea, baseando-se nos princípios do Racionalismo arquitetônico e recuperando conceitos dispersos do urbanismo espalhados através da história.


Brasília é a tomada de posse de um espaço agreste, é a tomada de posse de um pensamento ufanista, experimento de cidadania, “... Não pretendia competir, e na verdade, não concorro, — apenas me desvencilho de uma solução possível, que não foi procurada mas surgiu, por assim dizer, já pronta (Lúcio Costa) ...”, repleta de singularidade e simbólica, seu símbolo primeiro é a cruz: dois eixos que se cruzam em ângulo reto, alinhavando a estrutura urbana que viria a seguir, traço tão simples e tão corriqueiro, cardus e decamunus maximus do urbanismo romano, risco das fortalezas portuguesas, marca de posse, sinônimo de lugar, adição.
Depois a cidade criou vida própria, teve de suportar militares, oportunistas, playboys e lunáticos, até se reencontrar com os brasileiros outra vez. Conheceu a pobreza, a maior renda per capita do país, uma das maiores do mundo, a desigualdade das cidades satélites. Projetada para 700 mill, tem mais de 2 milhões e meio de habitantes. O sonho cresceu, e por ter sido sonhado para ter autonomia, caminhou sozinho. Mas como todo sonho, entre acertos e erros, Brasília continua me trazendo uma sensação boa. Patrimônio da Humanidade, 21 de abril de 2009, 49 anos.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Tiradentes MG
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Faxineira, fascinante
Nei Lisboa escreveu uma música que diz que as faxineiras são fascinantes. Como podem ser assim, num instante tão perfeitas, noutro instante tão ruins?. Nunca vi pessoalmente minha faxineira (ou devo dizer, como algumas pessoas social-ironicamente dizem, "secretária"?). sábado, 4 de abril de 2009
NADA VAI NOS SEPARAR





